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Bela Vista – praia no Distrito de Itacuruçá, na Baía de Sepetiba, com 1 Km de extensão, praia de enseada, propícia a banho e esportes náuticos. Do pier de turismo saem diariamente os saveiros para realizarem o famoso tour pelas Ilhas Tropicais. Bares, restaurantes e quiosques. Acesso pela Rodovia Rio-Santos, Km 415,5.

Itacuruçá - Bela Vista Muriqui
Muriqui – no Distrito de Muriqui, na Baía de Sepetiba, tem 1,1 Km de extensão é urbanizada, com duas pistas de rolamento, propícia a banhos e esportes náuticos. Bares, restaurantes e quiosques. Acesso pela Rodovia Rio-Santos, Km 420,5.
Grande – no Distrito de Praia Grande, na Baía de Sepetiba, tem extensão de 1 Km, tem areias claras, água mansa e vegetação nativa. O local com maioria de residências de veranistas é cortado pela linha férrea, dividindo o litoral da área urbana. Acesso pela Rodovia Rio-Santos, Km 425,5.

Grande Sahy
Sahy e Sahyzinho - praias com 2,3 Km, na Baía de Sepetiba, em orla extensa e deserta, com areias brancas (localizada em área de uma empresa de mineração). Abriga as ruínas do antigo porto do século XIX utilizado para comercialização de escravos. Propícia abanhos e esportes náuticos.
Brava - com 500 m de extensão, cercada por morros, com areia amarelada, mar manso e vegetação típica da Mata Atlântica. Abriga muitas casas de veraneio, distribuídas em lotes arborizados. Propícia a banhos e esportes náuticos.

Brava Ibicuí
Ibicuí - com 600 m de extensão, na Baía de Sepetiba, abriga o Iate Clube de Ibicuí, a Ponta do Pimentel e diversas residências de veraneio. Praias mansa, com águas mornas e areias claras. Propícia a banhos e esportes náuticos.
Santo Antônio - pequena praia de águas mansas e claras, na Baía de Sepetiba, própria para banho. Localizada junto à área da MBR Mineração (ponte férrea), com acesso de pedestres. Propícia a banhos e esportes náuticos.

Santo Antônio Junqueira
Junqueira - praia pequena de águas mansas e claras, na Baía de Sepetiba, própria para banho e pesca. Localizada dentro da área da MBR – Mineração com acesso de pedestres livre. Propícia a banhos e esportes náuticos. Vale a pena uma visita ao Museu das Conchas. O Museu das Conchas de Mangaratiba expõe milhares de conchas do mundo todo e apresenta audio-visual sobre o tema. Fica aberto à visitação de terça a domingo das 9:00 às 17:00, com entrada franca. Está localizado na Av. Litorânea, 14, 2º andar, Junqueira, Tel.: 21-3789-9034; 9698-3736 (E.mail: museudasconchas@ig.com.br).
Ribeira - praia com águas mornas e calmas e areias radioativas. Localizada na Baía de Mangaratiba, possui uma pequena praça e quiosque. Própria para banhos, principalmente para crianças. Propícia a banhos e esportes náuticos.

Ribeira Mangaratiba
Mangaratiba - localizada no centro da sede do município, de onde saem as barcas para Ilha Grande. Bela vista das traineiras de pesca ancoradas ao longo da praia. Extensão de 600 m, com restaurantes de comidas típicas na orla. Acesso pela Rodovia Rio-Santos, Km 433,3.

Praia do Saco
Saco - com 1,6 Km de extensão, urbanizada, com quiosques, casas simples e águas rasas e mansas. N a Baía de Mangaratiba, a briga a foz do Rio do Saco, assoreada pelo movimento da maré. Propícia a banhos e esportes náuticos. |
Guity – pequena enseada de águas claras e mansas, característica da Costa Verde, localizada na Baía de Mangaratiba, com vila de casas de veraneio e envolta à rica vegetação de Mata Atlântica. Uma das praias mais bonitas da Costa Verde. Possui monolitos interessantes e grandiosos adentrando ao mar. Famosa por sua beleza e por seu ilustre morador, Humberto Teixeira, o Doutor do Baião, um dos maiores compositores nacionais, parceiro de Luiza Gonzaga, o Rei do Baião. Humberto Teixeira, que dá nome à principal rua da vila, foi autor de sucessos consagrados como Asa Branca, Mangaratiba, Juazeiro, Paraíba, Sinfonia do Café, Kalu, Baião, dentre outros. Humberto, na década de 40, construiu a primeira casa na praia de Guity, onde se retirava nas férias e finais de semana, sempre acompanhado dos maiores ícones da música e das artes brasileiras (Luiz Gonzaga, Carmélia Alves, Dalva de Oliveira, etc.). Propícia a banhos e esportes náuticos. Acesso livre para pedestres, porém proibido por lei municipal para veículos que não sejam de moradores, devido às pequenas dimensões do acesso e difícil área de manobras.
Tartarugas – seguindo pela praia do Guity em direção ao sul, ainda na Baía de Mangaratiba, temos uma das praias mais lindas da região. O acesso de pedestre e de carro é impedido por condomínio (Condomínio do Cação). Somente acesso de barco. Conjunto impressionante de monolitos na praia e no mar que lembram cascos de tartarugas, caí o nome. Rico abrigo de espécies marinhas. Praia de águas claras e mansas, propícia a banhos e pescaria. Cação – pequena praia dentro de condomínio do mesmo nome que dificulta o acesso de pedestres e automóveis. Também na Baía de Mangaratiba. Acesso livre por água. Propícia a banho e esportes náuticos.
São Braz - praia longa, de enseada, com areia cinzenta, na confluência dos Rios Ingaíba e Furado. Na orla da Baía de Mangaratiba, a praia banha o Hotel Portobello. Acesso controlado para veículos. Propícia a banhos e esportes náuticos.
Itaoca – praia inclinada com ondas fracas na Baía de Mangaratiba. Local de luxuoso condomínio. Acesso controlado. Propícia a banhos e esportes náuticos.
Sítio Bom – praia com ondas fracas também na Baía de Mangaratiba. Local de luxuoso condomínio. Acesso controlado. Propícia a banhos e esportes náuticos.
Goiabal – praia que banha o village do Club Med também na Baía de Mangaratiba, local denominado pelo clube como Rio das Pedras. Acesso controlado. Praia com águas claras, com pequenas ondas, propícia a banho e esportes náuticos.
Itacurubitiba – pequena praia com ondas com vilarejo a beira da estrada (Rio-Santos), cercado de belezas naturais indiscutíveis. Localizada na Baía de Ilha Grande, possui linda cachoeira com ducha natural.
Conceição de Jacareí – no Distrito de Conceição de Jacareí, na Baía de Ilha Grande, a praia faz divisa com o município de Angra dos Reis, tem 400 metros de extensão de areias onduladas, orla de coqueiros e amendoeiras, propícia a banhos, pesca e esportes náuticos. Bares, restaurantes e quiosques. Acesso pela Rodovia Rio-Santos, Km 455. |
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Goiabal Conceição de Jacareí
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Ilhas
Itacuruçá - localizada no Distrito de Itacuruçá, na Baía de Sepetiba, a apenas 0,3 milhas do Cais de Turismo de Itacuruçá, possui 900 ha de área e sua parte mais alta um pico com 330 m de altitude. É possível contorná-la a pé em seis horas de caminhada. Pelo mar, em 30 minutos, uma lancha (taxi boat) circunda a ilha. Santuário marinho de fauna e flora, suas praias são muito procuradas o ano inteiro. As mais procuradas: Praia Grande, Águas Lindas, Cabeça de Boi, Viola, Flexeiras e Maria Russa. Propícia à pesca, passeios, trilhas e esporte náuticos, a ilha apresenta remanescente de Mata atlântica preservada e dezenas de trilhas de rara beleza natural as quais têm um diferencial por não oferecer risco ao praticante de trekking de se perder, pois qualquer trilha leva ao mar. Existem diversas vilas de pescadores, hotéis, pousadas, restaurantes e residências de veraneio, locais pitorescos que convivem em plena harmonia. O embarque para a Ilha pode ser feito anexo ao Cais de Turismo de Itacuruçá onde existem vários barcos rápidos (taxi boats) da ABIT (Associação dos Barqueiros de Itacuruçá), que fazem a travessia para a ilha ou outras ilhas da Baía de Sepetiba.
Principais Praias da Ilha de Itacuruçá:
Águas Lindas - 600 m de extensão, águas mornas, profundidade média de 1,50 m , atracadouro público.
Grande - 700 m de extensão, com grande faixa de areia e vegetação nativa. Quiosques e pousada.
Cabeça de Boi - 200 m de extensão, situada entre coqueiros e amendoeiras. Nela está localizada o Hotel Elias ‘C'.
Viola - 100 m de extensão, localizada numa pequena enseada. Propícia à pesca e à prática de esporte náuticos.
Flexeiras - 600 m de extensão, possui grande quantidade de embarcações, com rampa de acesso e abrigo. Tem em sua margem uma igreja e uma casa em forma de navio.
Maria Russa - 200 m de extensão. Cachoeiras e córrego, além da vista privilegiada da Restinga da Marambaia. |

Itacuruçá - Águas Lindas

Itacuruçá - Praia Grande
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Jaguanum - localizada também no Distrito de Itacuruçá, Baía de Sepetiba, é propícia à pesca. Suas praias são muito visitadas por saveiros que fazem tour nas Ilhas Tropicais.
Principais praias da Ilha de Jaguanum:
Pitangueiras - 200 m de extensão, com águas mornas e tonalidade verde. Situa-se entre costões. Possui casas de veraneio, de nativos, campo de futebol e um restaurante com iguarias típicas da região.
Araçá - 200 m de extensão, possui ancoradouro. Propícia à banhos, pesca e à prática de esportes náuticos. É uma das mais belas da região.
Estopa - 250 m de extensão, muito visitada por turistas. Propícia à pesca e a prática de esportes náuticos.
Catita - 200 m de extensão, abriga a igreja de São Pedro e moradias de pescadores. Propícia à pesca e a prática de esportes náuticos.
Sul - 250 m de extensão. Maior índice de pescadores da região. Propícia ao banho de mar.
Calhau - 200 m de extensão. Propícia a pesca e banho de mar. |
Jaguanum - Praia dos Calhaus |
Ilha da Marambaia - situada no litoral da Costa Verde, ao Sul do Estado do Rio de Janeiro, no município de Mangaratiba, na entrada da Baía de Sepetiba, defrontando-se com a Ilha Grande. A Restinga da Marambaia possui uma extensão de aproximadamente 42 km, é separada do continente pelo Canal do Bacalhau, na Barra de Guaratiba (Rio de Janeiro). A Ilha da Marambaia, não é, de fato, uma ilha cercada de água por todos os lados, mas recebe esta denominação, tendo em vista o porte das elevações que se erguem no extremo Oeste, ao final da longa restinga. O seu ponto culminante é o Pico da Marambaia com 647 m de altura. Sua vegetação reúne uma das últimas reservas de Mata Atlântica do sudeste brasileiro, grandes áreas de restingas (incluindo praias e dunas) e manguezais, como ecossistemas associados. Em 1939, o presidente Getúlio Vargas doa a Ilha da Marambaia para o Abrigo Cristo Redentor implantar uma escola profissional de pesca, a Escola Técnica Darcy Vargas. Em 1940, a Escola Darcy Vargas é ampliada, incluindo capela, clausura para as religiosas, hospital, farmácia, lavanderia, padaria, estaleiro, fábrica de gelo, fábrica de rede de pesca, fábrica de sardinha e de filé de cação prensados, assim como são implementadas a horticultura e a pecuária para abastecimento dos operários e técnicos que, nesse ano, eram cerca de 150 indivíduos. A partir de 1955, a estrutura montada na Ilha da Marambaia entra em decadência. Em 1971, é autorizada a reincorporação da Ilha à União, com todos os bens móveis e imóveis da Escola Técnica Darcy Vargas da Fundação Abrigo Cristo Redentor, e a administração da Ilha retorna para o Ministério da Marinha, que reativa a Prefeitura Militar do campo da Marambaia, instalando no local uma base de adestramento, o Centro de Adestramento para Fuzileiros Navais. Hoje a ilha é administrada e tendo seu acesso controlado pela Marinha do Brasil. Nela encontramos vila de pescadores, principalmente na Praia da Pescaria Velha e descendentes de escravos (quilombolas). Hoje, o único meio de transporte é oferecido pela Marinha. Por questões de segurança, moradores e convidados, são cadastrados. Boa parte do território é considerada área de proteção ambiental permanente. Isso significa que nem a Marinha e nem os moradores podem fazer qualquer construção na área identificada e monitorada pelo Ibama. Além disso, a localização geográfica da ilha tem muita importância para o país. É por causa da grande profundidade do entorno que a Marambaia é considerada estratégica. A Ilha da Marambaia é a porta de entrada da Baía de Sepetiba e da Baía de Ilha Grande. |
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Culturais, Históricos e Arquitetônicos
Cruzeiro de Pedra - marco de formação da cidade de Mangaratiba, trazido de Portugal em 1700 e inaugurado em 1885. Localizado em frente à Igreja de N.S. da Guia, trata-se do Cruzeiro do antigo cemitério do Município de Mangaratiba. Localização: Praça Robert Simões, s/nº, Centro. Visitação livre.
Igreja Matriz de Nª Sª da Guia - revestida de azulejos portugueses em sua fachada frontal e torre sineira. Capela mor com forro de madeira, em abóboda de berço. Lustre de prata em baixo relevo e imagem de Nossa Senhora da Guia em madeira em estilo do final do barroco e início do rococó. É revestida de azulejos portugueses em sua fachada frontal e a noite é iluminada externamente por holofotes especiais.
Localização: Praça Robert Simões, s/n, Centro. Funcionamento: Diariamente das 7:00h às 19:00h. Visitação livre. |
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Obelisco comemorativo - construído em 11 de novembro de 1931 para a comemoração do 1º Centenário de Emancipação do Município de Mangaratiba. Localização – Centro – Visitação livre.
Solar Barão de Sahy - construção de meados do século XIX, em estilo neo-clássico, pertenceu ao Barão de Sahy. Restaurado e hoje totalmente recuperado, tornou-se um espaço cultural da Fundação Mário Peixoto, com sala de vídeo, sala para exposições e centro de artesanato. Localização: Rua Coronel Moreira da Silva, 173, Centro. Funcionamento: 2ª a 6ª feira das 8:00h às 16:00h.
Casa do Sahy - localizada na praia do Sahy (quer dizer em tupi “olhos miúdos, o que é ágil”, denominação de simio brasileiro, corruptela de “Ça-i”) foi mercado ilegal de escravos que chegavam para a ilha de Marambaia. O casarão do Sahy, possui na sua parte traseira remanescentes de senzalas. Sua localização, inserido numa fazenda (hoje condomínio residencial) é limitada pela praia e pelo sertão. Entrada controlada.
Ruínas do Porto do Sahy - acesso pela antiga RJ-14, sentido Mangaratiba-Itacuruçá percorrendo 6,5 km. Dobrar à direita. Localiza-se a 7 km de Mangaratiba - Sede. Localizada na divisa da Praia do Sahy e do Sahyzinho, são vestígios do antigo porto de escoamento da produção de café e do comércio de escravos. Originalmente o porto era propriedade do Barão de Sahy, fazendeiro de café. O sítio compunha-se do porto, com seus trapiches, de uma senzala e, mais afastada, a casa do Barão de Sahy. Localização: 7 km de Mangaratiba, na divisa da Praia do Sahy e do Sahyzinho. Visitação livre. |

Solar do Barão de Sahy

Ruínas do Sahy
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Ruínas do Povoado do Saco - sítio histórico composto por várias Ruínas de construções do século XIX, na época áurea do café. As primeiras construções do povoado do Saco de Mangaratiba devem datar de 1830. Algumas das Ruínas do Povoado do Saco são de armazéns de café, como as do armazém de café que pertencia à Antunes e Cia. e que encerrou suas atividades em 18 de janeiro de 1865. Havia no Povoado uma Agência de Correios que foi criada para atender a importância comercial e comodidade de seus habitantes. A Agência foi criada em 12 de outubro de 1840 e ocupou o cargo de Agente, Antônio Coelho Neto. Encontra-se no local as Ruínas de um teatro que, como se constatou, nele representou João Caetano, por volta de 1839. Era o povoamento do Saco onde ficavam os escravos que o Comendador Breves levava através de um caminho chamado "Conguinho". O Saco era um grande empório do comércio escravo e lugar de agitações contra as autoridades legais da Vila de Mangaratiba. As Ruínas do Antigo Teatro é a ruína mais importante do Sítio Histórico da Estrada Imperial. Construção assobradada, de linhas simples, do período colonial. Suas estruturas foram abaladas por árvores de alto porte, de grandes raízes, que cresceram junto a suas paredes. Segundo a tradição, ali foi edificado um teatro pelos Barões do Café, para seu entretenimento. Contam que o ator João Caetano lá teria encenado algumas peças, entre 1833 e 1834. Localização: RJ-149, antiga Estrada Imperial. Acesso pela Rodov. Rio-Santos no trevo em sentido à Serra do Piloto-Rio Claro. Visitação livre. |
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Estrada do Príncipe - ainda conserva a pavimentação feita pelos escravos, em pedra de mão, e estende-se por cerca de 2 km dentro da Mata Atlântica, encontrando-se, em todo o seu percurso, ruínas do período colonial. Localização: Saída à esquerda da RJ-149, No Bairro Nova Mangaratiba, junto ao parque de Eventos de Mangaratiba, BR-101 (Rodov. Rio-Santos) acesso à Serra do Piloto, Distrito de Serra do Piloto. Visitação livre.
Estrada Imperial - estrada histórica que liga Mangaratiba a Rio Claro, através da Serra do Piloto, com cerca de 40 km de extensão. É considerada a primeira estrada de rodagem do Brasil, construída em 1856, para atender ao escoamento da produção de café do Vale do Paraíba para o Porto de Mangaratiba. Esta estrada evoluiu economicamente devido às exportações de café do Vale do Paraíba, pelo Porto de Mangaratiba. Em 1830 já se falava da utilização de dezenas de homens no conserto e calçamento da Estrada da Serra que se dirigia justamente até o povoado do Saco, onde os Breves tinham seus armazéns de café. A assinatura do contrato com Bernadino José de Almeida, para a conclusão de parte da estrada da Serra, se deu em 15 de setembro de 1850, e em 26 de fevereiro de 1855, foi assinado novo contrato com o Desembargador Joaquim José Pacheco, criando para tal uma companhia de sociedade anônima, para construir uma estrada de Mangaratiba a Barra Mansa, no trajeto de São João do Príncipe e Rio Claro. Pelo relatório do engenheiro E. B. Webb, engenheiro chefe, da estrada, já em 02 de maio de 1857, circulavam carroças sem obstáculos e em 5 ou 6 idas estaria pronta a Ponte Bela permitindo o trânsito aos carros carregados de café de São João do Príncipe (São João Marcos) até o povoado do Saco de Mangaratiba. A Câmara propôs em 24 de setembro de 1833, que o Comendador Joaquim de Souza Breves desse continuação à estrada que estava fazendo, até a estrada da Vila Mangaratiba. Em seu percurso encontram-se marcos de engenharia de época, como o Bebedouro da Barreira, pedras de milha, sistema de escoamento de águas pluviais e a Cachoeira dos Escravos. Belíssimas vistas da Baía de Mangaratiba podem ser apreciadas de pontos de observação ao longo da estrada. Corta a Mata Atlântica, com seu aclive suave e clima de montanha, ambiente ideal para a prática de caminhadas e mountain bike. Localização: RJ-149 (Mangaratiba-Rio Claro), acesso pelo trevo da BR 101 (Rio-Santos), no Bairro Nova Mangaratiba, a 4 Km da sede do município, Distrito de Serra do Piloto. Visitação livre.
Bebedouro da Barreira - obra que compõe a Estrada Imperial, construída para dar água aos animais. Segundo dizem, D. Pedro II se deteve no local para dar de beber ao seu cavalo, quando por ali passou para inauguração da Estrada Imperial de São João Marcos (Patrimônio Histórico Estadual - Tombamento: 26/01/83 - INEPAC). Localização: Estrada de São João Marcos, s/n, Distrito de Serra do Piloto. Visitação livre.
Sede da Fazenda de Sant'Ana - o desenvolvimento de Itacuruçá, inicia-se com a chegada do Major José Caetano Alves de Oliveira, que se instala na sede da Fazenda Santana com cerca de 280 alqueires abrangendo a então pequena Vila de Itacuruçá. A casa ainda existe, porém hoje o local é um condomínio residencial, Solar de Itacuruçá. Visitas autorizadas e controladas pelo condomínio.
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Estrada do Príncipe

Estrada Imperial


Bebedouro da Barreira
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Igreja de Nossa Senhora de Sant'Ana - capela curada levantada antes de 1698. Em 1846 - criação da Paróquia de Senhora Sant'Ana de Itacuruçá, desmembrando-a da Matriz de Mangaratiba, com jurisdição sobre as ilhas Situada à frente de uma praça,com sua fachada frontal voltada para o mar. Do local avista-se a Ilha e o Canal de Itacuruçá. Como entorno destaca-se o casario simples, de um só pavimento e, emoldurado a face posterior da igreja, os exuberantes contrafortes da Serra do Mar. Igreja de grandes proporções para o tamanho da vila, tem planta baixa que lembra a da Igreja da Glória, no Rio de Janeiro. Possui torre sineira central e portadas em arco pleno, com embassamento em cantaria. Seu interior é composto de uma única nave, sem altares laterais, com um arco cruzeiro separando-a do altar-mor, além do coro (Patrimônio Histórico Estadual - Tombamento: 26/01/83 - INEPAC). Localização: Praça Padre Luiz Quattropanni, s/n, Distrito de Itacuruçá. Funcionamento: Visitação livre em horário de missas.
Igreja de Nossa Senhora das Dores - fundada por Francisco José dos Santos pela provisão de 29 de março de 1760 sob o título de Nossa Senhora da Conceição, mas que foi alterada por outra provisão de agosto de 1776. Localização: Ilha de Marambaia. Visitação livre.
Igreja de São Pedro - situada junto à praia, circundada por densa arborização, foi construída em 1884. Capela de linhas muito singelas, com telhas francesas. Interior com pequeno coro revestido em pinho de riga. Acesso marítimo. Localização: Praia do Catita/Canto, Ilha de Jaguanum, Distrito de Itacuruçá. Visita livre em horários de missas.
Igreja de Nª Sª da Conceição de Jacareí - igreja rústica, de linhas simples e despojadas. Construção do século XIX. Mantém seu Cruzeiro de Pedra intacto a frente da Igreja. Localização: Praia de Conceição de Jacareí, Distrito de Conceição de Jacareí. Visitação livre.
Igreja de São João Marcos - igreja rústica, toda construída à mão por Antônio Padre cidadão muito conhecido em todo o município, principalmente na Serra do Piloto região em que viveu. Feita com material transportado em lombo de animais, constituído principalmente de barro, cinza e tabatinga. Ali está localizado o Cruzeiro do antigo povoado de São João Marcos, do período colonial. Localização: bairro de Bela Vista, RJ-149, Distrito de Serra do Piloto. Visitação livre.
Pomar da Casa Branca - o Solar da Casa Branca tem sua história ligada à fase do café, assim como as ruínas que ficam próximas (Ruínas do Saco de Cima) e Estrada Imperial que fica em frente. No local onde é um jardim gramado há vestígio de um antigo terreirão de secagem de café. Tombado pelo Instituto Estadual de Patrimônio Histórico. Visitação livre. Localização: bairro de Nova Mangaratiba, RJ-149, Distrito de Serra do Piloto. Visitação livre. |

Igreja de Sant'Ana

Igreja N. S. das Dores

Igreja N. S. Conceição de Jacareí
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Chafariz Imperial – inaugurado em 1852, chafariz de tipo parietal, de linhas simples, atendendo mais às necessidades de uma pequena cidade numa época em que a água encanada não existia. Construído em época ainda sobre a a influência do barroco, apresenta apenas como ponto de referência a curvatura do frontão, sendo o restante totalmente desprovido de adornos. Os chafarizes, extremidades de um conduto de água, oriundo de uma nascente, serviam para abastecimento público de um modo geral. Possui um tanque, onde a água se projetava, servindo para o uso dos animais. T ombado pelo Patrimônio Histórico Estadual. Localização: R. Cel. Moreira da Silva, Centro, Mangaratiba. Visitação livre.
Estação Ferroviária de Itacuruçá - data de 1911 o início da construção da Estrada de Ferro no município. Antiga estação de trem de passageiros popularmente conhecido como "macaquinho". Atualmente funciona o Centro Ferroviário de Cultura de Itacuruçá (CEFEC). No local são apresentadas exposições de Arte e Cultura.
Localização: AV. Santana nº 80 - Distrito de Itacuruçá. Funcionamento: 2ª a 6ª feira das 8:00h às 16:00h.
Centro Cultural Cary Cavalcanti - prédio de belas linhas arquitetônicas, talvez de meados do século XIX. Atualmente são realizados shows, peças teatrais, exposições, etc. Foram construídas, nos fundos do terreno, salas onde são programados cursos de arte, artesanato, maquiagem, etc. Oferece shows, peças teatrais, exposições, etc. Localização: R. Fagundes Varela, 146, Centro de Mangaratiba. Funcionamento: 2ª a 6ª feira das 8:00h às 16:00h. |

Chafariz Imperial

Estação Ferroviária de Itacuruçá
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Fazenda Marambaia - a prosperidade da Marambaia, data da sua aquisição pelo Comendador Joaquim José de Souza Breves. Quem vinha do Rio de Janeiro para Mangaratiba por via marítima, encontrava na Fazenda da Marambaia, à orla do oceano, o primeiro marco do poder agrário dos Breves. Na Marambaia plantava-se café nas encostas da montanha, cereais, milho, feijão, mandioca, cana de açúcar e criava-se gado. A casa da fazenda que é hoje propriedade do Ministério da Marinha, está muito danificada. É um solar de 58 m de frente, com um largo alpendre corrido em toda a extensão da casa. A casa era ainda maior no tempo dos Breves. Ruíram algumas das dependências, como decorações dos tetos de várias peças já abatidas pelo tempo. Sala com vasto solar, pedaços dourados e frisos de tetos desabados em triste abandono. Tudo ali era sóbrio, sem maior gosto artístico, mas grandioso e confortável. Abandonadas por mais de trinta anos, sem nenhum trato, as construções da fazenda sofreram as injúrias inevitáveis do tempo. O molhe de pedras onde atracavam os navios "Marambaia e Emiliana", já não existe mais. O grande trapiche à beira-mar jaz de ruínas. As senzalas desapareceram. Do que o Comendador Breves ali plantou resta apenas o coqueiral da praia. Grande era o número de escravos que cultivavam as terras da Marambaia. Estes escravos não eram apenas os negros da fazenda, mas também um certo elemento nômade, que o grão-senhor possuía nas suas outras fazendas da região serrana, e que ele fazia periodicamente descer, quando urgia intensificar o trabalho da Marambaia. Proprietário de mais de 6 mil escravos, o Comendador Breves possuía uma massa de manobra, que deslocava para os diversos pontos dos seus latifúndios, onde o serviço reclamava momentaneamente maior quantidade de braços. Grande importador de escravos, para atender às necessidades cada vez mais insistentes do cafezal - a grita por colonos italianos, que hoje levantam os fazendeiros de café paulistas, era há meio século a mesma dos fluminenses, pela mão-de-obra africana - o Comendador Breves vivia em contato com aqueles que faziam o tráfico de escravos com o continente negro. A |

Faz. Marambaia - Ruínas da Sede

Ruínas da antiga senzala
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Marambaia era neste sentido um ponto estratégico. Ele lhe abria completamente o domínio do mar, para as comunicações seguras com os navios negreiros, que lhe traziam do outro lado do Atlântico, o combustível humano com que alimentava o fogo do trabalho do cafezal. Aquela fazenda era o pulmão da sua grandeza latifundiária, em baixo e no alto da serra. O crescimento do cafezal impunha ao senhor o aumento do braço escravo. A repressão do tráfego encetada nos mares pela Inglaterra, criava toda sorte de obstáculos à importação do braço negro; de sorte que a posse de um local seguro daquele desembarque, importava para Breves no mesmo que possuir uma ligação permanente com os piratas que deveriam assegurar-lhe o abastecimento da mão de obra no cafezal. Breves era um homem de poucas luzes, mas de uma grande vivacidade. Satisfazendo-se nas escravas que possuía em grande número, e querendo manter real simpatia da parte dos negros, sempre irritados pela energia excessiva dos feitores, Breves mostrava-se por vezes bondoso, cheio de uma bondade que resumia em melhoria de bóia, em maiores rações de cachaça, e na permissão para os bailes, com adufe e cavaquinho no terreiro da fazenda: dançava-se o cateretê, o batuque e o jongo, sendo muito apreciada a última dança. A dança seduz ainda hoje os pretos que vivem ou vegetam na Marambaia: são loucos pelas cirandas, bailes ou sambas. Para uso dos banhos de mar desciam das fazendas da região serrana, a família, os parentes e amigos do Comendador Breves, onde então realizavam festas e mais festas na Fazenda da Marambaia. Bailes, grandes saraus, fazendo-se o embarque dos convidados na praia do Sahy, de onde partiam grandes canoas de voga e lanchas de muitos remos, rumo à Marambaia. Farto, Breves dava festas que atraíam gente de muitos lugares em roda - gente de Angra dos Reis, de Mangaratiba, de Itaguaí e da Ilha Grande. Os Breves dominaram desde o mar até a montanha. De Mangaratiba ao alto da Serra, seu poder se estendia incontrastável. O emprego mais importante da Fazenda Marambaia, era o de servir de ponto de desembarque de negros contrabandeados da África. Os escravos, que saíam dos porões dos navios negreiros, permaneciam algum tempo naquele viveiro. Reconstituiam as forças perdidas na travessia transatlântica, engordavam e depois iam para as fazendas de café dos Breves no alto da serra. A fazenda era uma estação de engorda do seu pessoal de trabalho cujo objetivo mais importante era produzir café, mas fornecer mão-de-obra forte, robusta, para o trabalho do cafezal. Ainda é possível ver algumas ruínas das senzalas. Localização: Ilha da Marambaia. Visitação controlada pelo Ministério da Marinha. |
Cachoeiras
Itingussú
Localização: Itacuruçá, às margens da BR 101 (Rio-Santos)
Visitação: permanente
Véu de Noiva
Localização: Muriqui
Visitação: permanente
Stª Bárbara
Localização: Vale do Rio Sahy, acesso no trevo do Sahy à direita na BR 101 (Rio-Santos) sentido Angra
Visitação: permanente
dos Escravos
Localização: Estrada Imperial, RJ 149, Serra do Piloto
Visitação: permanente
Benguela - entrada à esquerda da estrada de rodagem, através de trilha rústica, por cerca de 200 metros para se chegar à queda d´água formando piscina natural cercada de vegetação da Mata Atlântica. Localização: Serra do Piloto – RJ 149 - Serra do Piloto. Visitação permanente
Rubião - percurso através de trilha em condições rústicas, localizada à direita da estrada de rodagem, por cerca de 1 km de extensão através da mata, encontrando–se uma piscina natural. Localização: Fazenda Rubião, Serra do Piloto – RJ 149. Visitação: permanente
Ingaíba
Localização: Fazenda Ingaíba, acesso à direito no trevo após o hotel Portobello, na BR 101 (Rio-Santos) sentido Angra. Visitação: permanente
Conceição de Jacareí - a 0,5 km do centro de Conceição de Jacareí, cachoeira com pedra lisa com 8 m de altura que forma um escorregador natural para se alcançar uma grande piscina natural. Junto ao ponto mais elevado possui outra piscina natural, menor, usada por crianças. Localização: Rio Jacareí – acesso à direita no trevo de Conceição de Jacareí da BR 101 sentido Angra Visitação: permanente. |

Cachoeira dos Escravos

Cachoeira do Rubião

Cachoeira da Ingaíba
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